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Pediatria e Terapia Intensiva

Dr. Gleyson Muller


Especialidades        Pediatria e Terapia Intensiva    
A ESPECIALIDADE
A pediatria é a especialidade da medicina que se interessa pela saúde dos lactantes, crianças e jovens, seu crescimento e desenvolvimento e sua oportunidade de atingir o potencial máximo como adultos. Como médico que assume a responsabilidade pelo progresso físico, mental e emocional das crianças desde a concepção à maturidade, o pediatra deve preocupar-se com as influencias sociais e ambientais, que tem grande impacto sobre a saúde e bem-estar das crianças e suas famílias, bem como sobre sistemas orgânicos e processos biológicos específicos. Os jovens frequentemente estão estre os mais vulneráveis da sociedade e, portanto, suas necessidades merecem atenção especial.


O que é a Terapia Intensiva Pediátrica?
Terapia Intensiva Pediátrica é a subespecialidade da Pediatria que trata da criança gravemente doente que está internada na UTI. O pediatra intensivista tem a formação completa do pediatra geral mas está apto a cuidar também das crianças que correm riscos maiores. Isso quer dizer que o pediatra intensivista tem maior facilidade em diagnosticar e tratar as doenças mais frequentes da infância, assim como as doenças que podem vir a ser perigosas para as crianças das quais ele cuida, transmitindo dessa forma maior confiança aos pais de seus pacientes.


Acidentes Domésticos
Acidentes são previsíveis e devem ser prevenidos. Com crianças os riscos são maiores, pois elas têm curiosidade, não identificam os perigos e quase sempre esquecem as regras. Assim sendo, além da vigilância corriqueira dos pais, há a necessidade do uso de proteção passiva (grades, redes, portões), pois não conseguimos vigiar nossos filhos 24 horas por dia, 7 dias por semana, e nossa casa deve ser o lugar mais seguro do mundo, porque além de tudo é onde eles passam a maior parte do tempo.

Algumas proteções que nossa/condomínio deve ter: redes nas janelas e varandas, portõezinhos nas escadas e na entrada da cozinha (pois são os lugares onde as crianças mais se machucam), móveis com quinas arredondadas e proteção em todas as tomadas. Atenção especial para as áreas comuns: parquinhos não devem ter brinquedos com altura superior a 2 metros e devem ser construídos sobre superfícies que absorvem impacto de quedas (cortiça, borracha, areia fina, cascalho ou grama) e piscinas sem cercamento são inadmissíveis. Cuidados simples diminuem os acidentes domésticos.


Dengue
A infeção pelo vírus da dengue causa uma doença de amplo espectro clínico, incluindo desde formas inaparentes até quadros graves. Na dengue a primeira manifestação é a febre, geralmente alta (39 a 40C), de início abrupto, associada a dores de cabeça, dores musculares e dor nos olhos, acompanhadas ou não de vermelhidão na pele e coceiras. Recusa da alimentação, náuseas e vômitos podem ser observados por 2 a 6 dias. Nas crianças menores de 2 anos, especialmente nas menores de 6 meses, as dores musculares e de cabeça podem traduzir-se como choro persistente e irritabilidade, principalmente ao se pegar a criança no colo. Na criança, o início da doença pode passar desapercebido e o quadro grave ser identificado como a primeira manifestação clínica. Assim sendo, é muito importante que em qualquer suspeita de dengue a criança seja avaliada pelo médico pediatra.

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