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ENDOCRINOLOGISTA

Dr. Daniel R. Pivotto


Especialidades        Endocrinologiasta    
A ESPECIALIDADE
Parte da Fisiologia e da medicina que se dedica ao estudo do funcionamento e das doenças das glândulas endócrinas. Entre as áreas de atuação do Endocrinologista estão: obesidade, crescimento, diabetes, andropausa, osteoporose e doenças osteometabólicas, dislipidemia (alteração em colesterol e triglicérides), doenças da glândula suprarrenal, doenças da tireoide, distúrbios de hormônios sexuais, doenças da hipófise e distúrbios da puberdade.


HIPOTIREOIDISMO
Doença causada pelos baixos níveis sanguíneos de hormônio tireoidiano. A causa mais frequente da doença é a Tireoidite (inflamação da Tireoide) crônica auto-imune, em que auto-anticorpos contra a tireoide são formados pelo organismo. Como os hormônios tireoidianos são responsáveis por controlar o metabolismo, a falta deste leva a uma “desaceleração” de vários órgãos e sistemas, por exemplo: diminuição da frequência cardíaca, acúmulo de líquidos levando a aumento de peso e edema, queda de cabelos, pele seca e áspera, constipação intestinal, sonolência, desânimo e depressão. O hipotireoidismo pode ser acompanhado de aumento (bócio) ou diminuição do tamanho da glândula Tireoide, sendo a redução do volume o mais frequente. Como os sintomas descrito acima são inespecíficos, ou seja, várias outras patologias podem causa-los, a única maneira de fazer o diagnóstico é dosando o hormônio tireoidiano (t4 livre) e seu regular produzido pela Hipófise (TSH). Nos casos positivos, o T4 livre se apresenta abaixo dos valores de referência e o TSH acima.


Hipertireoidismo
O Hipertireoidismo é causado quando a glândula Tireoide produz e secreta excesso de hormônio tireoidiano. É causado na maioria das vezes por uma doença auto-imune da glândula conhecida como Doença de Graves. É frequentemente causada também, por um nódulo que se forma na glândula e que passa a produzir hormônio de maneira excessiva e independente. Os sintomas mais frequentes da doença são: taquicardia, algumas vezes arritmias cardíacas, tremores, sudorese excessiva, perda de peso, hipertensão arterial, nervosismo, insônia, diarreia, pele quente e úmida, excesso de calor. Quando é provocado pela Doença de Graves, o aumento do volume de Tireoide (bócio) e protusão ocular (oftalmopatia) podem estar presentes. O tratamento é baseado na sua causa. Geralmente é feito por medicamentos que diminuem a produção hormonal pela glândula (tapazol e propiltiuracil) ou uma dose de iodo radioativo.


Obesidade
A obesidade, de fato, é um estado patológico no qual há excesso de gordura depositado no organismo. Tal excesso gorduroso pode ser de simples entendimento no indivíduo com 1,70m de altura e 160Kg de peso, no qual o comprometimento estético e de saúde é evidente. Estes extremos não são a regra. Por isso, para definir padrões de normalidade, foram criados vários parâmetros, todos respaldados em estudos estatísticos. O índice de massa corpórea é obtido pela divisão do peso, em quilogramas, pelo quadrado da altura em metros. Um índice menor que 25 é considerado normal, entre 25 e 30, sobrepeso, de 30 a 35, obeso, de 35 a 40, obesidade severa, e acima de 40, obesidade mórbida. Quanto maior este índice, maior a probabilidade de ocorrência de diabetes, hipertensão arterial, sistêmica e doenças cardiovasculares. Também não se pode deixar de salientar que a obesidade é uma doença multifatorial, e provavelmente a carga genética transite em um maior ou menor percentual em todos os obesos. Algumas doenças endócrinas podem causar ou favorecer a obesidade, entre elas o mau funcionamento da tireoide. Seja qual for o patrocínio da obesidade em determinado individuo, é o balanço calórico positivo, que leva a este ganho de peso.


Doenças mais frequentes
No Diabetes Tipo 1, ou insulino-dependente, as células do pâncreas que normalmente produzem insulina, foram destruídas. Quando pouca ou nenhuma insulina vem do pâncreas, o corpo não consegue absorver a glicose do sangue; as células começam a “passar fome” e o nível de glicose no sangue fica constantemente alto. A solução é injetar insulina subcutânea (embaixo da pele) para que possa ser absorvida pelo sangue. Ainda não é possível produzir uma forma de insulina que possa ser administrada oralmente já que a insulina é degradada pelo estomago, em uma forma inativa. Uma vez que o distúrbio se desenvolve, não existe maneira de “reviver” as células produtoras de insulina do pâncreas. O transplante de um pâncreas sadio ou, apenas, o transplante de células produtoras de insulina de uni pâncreas sadio já foram tentados, irias ainda são considerados em estágio experimental. Portanto, a dieta correta e o tratamento com a insulina ainda são necessários por toda a vida de um diabético. Não se sabe o que causa a destruição das células produtoras de insulina do pâncreas ou o porquê do diabetes aparecer em certas pessoas e não em outras. Fatores hereditários parecem ter o seu papel, mas o distúrbio, praticamente, nunca é diretamente herdado. Os diabéticos, ou as pessoas com diabetes na família, não devem ter restrições quanto a ter filhos.


Diabetes tipo 1
No Diabetes Tipo 1, ou insulino-dependente, as células do pâncreas que normalmente produzem insulina, foram destruídas. Quando pouca ou nenhuma insulina vem do pâncreas, o corpo não consegue absorver a glicose do sangue; as células começam a “passar fome” e o nível de glicose no sangue fica constantemente alto. A solução é injetar insulina subcutânea (embaixo da pele) para que possa ser absorvida pelo sangue. Ainda não é possível produzir uma forma de insulina que possa ser administrada oralmente já que a insulina é degradada pelo estomago, em uma forma inativa. Uma vez que o distúrbio se desenvolve, não existe maneira de “reviver” as células produtoras de insulina do pâncreas. O transplante de um pâncreas sadio ou, apenas, o transplante de células produtoras de insulina de uni pâncreas sadio já foram tentados, irias ainda são considerados em estágio experimental. Portanto, a dieta correta e o tratamento com a insulina ainda são necessários por toda a vida de um diabético. Não se sabe o que causa a destruição das células produtoras de insulina do pâncreas ou o porquê do diabetes aparecer em certas pessoas e não em outras. Fatores hereditários parecem ter o seu papel, mas o distúrbio, praticamente, nunca é diretamente herdado. Os diabéticos, ou as pessoas com diabetes na família, não devem ter restrições quanto a ter filhos.


Diabetes tipo 2
Embora não se saiba o que causa o Diabetes Tipo II, sabe-se que neste caso o fator hereditário tem uma importância bem maior do que no Diabetes Tipo I. Também existe uma conexão entre a obesidade e o Diabetes Tipo II; embora a obesidade não leve, necessariamente ao diabetes. O Diabetes Tipo II é um distúrbio comum, afetando 2-10% da população. Todos os diabéticos tipo II produzem insulina quando diagnosticados e, a maioria, continuará produzindo insulina pelo resto de suas vidas. O principal motivo que faz om que os níveis de glicose no sangue permaneçam altos está na incapacidade das células musculares e adiposas de umas toda a insulina secretada pelo pâncreas. Assim, muito pouco da glicose presente no sangue é aproveitado por estas células. Esta ação reduzida de insulina é chamada de resistência insulínica. Os sintomas do Diabetes Tipo II são menos pronunciados e esta é a razão para considerar este tipo de diabetes mais brando que o Tipo I. O Diabetes Tipo II deve ser levado a sério; embora seus sintomas possam permanecer desapercebidos por muito tempo, pondo em sério risco a saúde do indivíduo.
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